terça-feira, 28 de abril de 2015

GUIETAN 2015 - Conteúdo da BPG do Ensino Fundamental - (10 disciplinas)



Nº 02 de 27 de Abril de 2015



CRITÉRIOS DA BP 2015:
Dia 27 de Maio (Quarta-feira)
BP e Redação: 13:00 ás 16:0 h (Entrada ás 12:30 h)
Lisvaldo, Rosineide, Rita,... (Coordenadores)
Três fases:
  1. Fase 01 – 6º ano e 6ª série
  2. Fase 02 – 7ª e 8ª séries + EJA
  3. Fase 03 – Ensino Médio
20 perguntas para cada fase sendo (02 perguntas para cada disciplina do fundamental e 02 ou 01 para cada disciplina do médio conforme listagem vinculada)
Valor unitário de 100 pontos e total de 2.000 pontos
BP 2015: 10 alunos com camisa das equipes
Um monitor de cada equipe dentro da sala como fiscal

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SÍNTESE DOS CONTEÚDOS
As questões da BP serão retiradas dos texto aqui apresentados

CONTEÚDO A SEREM ESTUDADOS COM BASE DO CURRÍCULO MÍNIMO MUNICIPAL PARA O FUNDAMENTAL E EJA E NO CURRÍCULO DO ENSINO MÉDIO.

  1. Estudos Amazônicos: (02 perguntas)
Conceito de espaço geográfico;
Espaço geográfico amazônico;

Espaço Geográfico é o espaço habitado, transformado e utilizado pelo ser humano. É a porção da superfície terrestre que abriga as sociedades, envolvendo também os pontos utilizados para a exploração e extração de recursos naturais. Não se trata apenas de um “palco” ou um “produto”, pois ele é resultado e também resultante das ações humanas.
Além do próprio ser humano, compõem o espaço geográfico todas as suas obras e os meios naturais que interferem em suas atividades, como as cidades, as plantações e o meio rural, as indústrias, os objetos, os rios, os climas etc.
A produção do espaço geográfico – ou seja, o processo pelo qual o homem transforma e habita o meio em que vive – depende da natureza. A partir da exploração e extração dos recursos naturais, o ser humano desenvolve as suas atividades para a sua reprodução e sobrevivência.
Essa transformação aconteceu desde o surgimento do ser humano. Sociedades antigas ou agrupamentos tribais utilizaram-se dos recursos naturais para o desenvolvimento de sua vida em sociedade, transformando o espaço natural em geográfico. Assim, surgiram as primeiras civilizações. Até mesmo os povos nômades utilizavam e transformavam a natureza, produzindo o espaço geográfico.
Com o passar do tempo, o processo de transformação e produção do espaço foi se intensificando graças ao aprimoramento das técnicas, que permitiram que o homem melhorasse sua capacidade de desenvolvimento. Isso acontece desde os tempos pré-históricos, quando o homem aprendeu a produzir ferramentas e estratégias de cultivo que auxiliassem na produção e extração de alimentos.
Categorias de análise do espaço geográfico
Para o estudo do espaço geográfico, os geógrafos se utilizam de quatro categorias analíticas principais, além da própria concepção de espaço, a saber: território, paisagem, lugar e região.
Território: de forma simplista, o território pode ser definido como um espaço delimitado, de forma que essa delimitação obedeça a uma relação de posse ou de poder. Podem existir várias formas de território, como o território animal, o território político (as cidades, os países, os blocos econômicos), o território cultural (o das prostitutas ou de um grupo religioso), dentre outros.
Paisagem: é o espaço da superfície que podemos captar através dos nossos sentidos. É tudo aquilo que se manifesta diante de nós, aquilo que podemos ver, ouvir, sentir, tocar e cheirar.
Lugar: é um local tal qual o homem o percebe, é o espaço percebido. É aquele ponto ou área do espaço que o homem identifica e atribui sensações e predicados, sejam eles afetivos ou não.
Região: é um dos conceitos mais complexos da Geografia e possui várias definições. Pode-se dizer que região é uma área ou porção do espaço dividido conceitualmente pelo homem conforme suas características (clima, economia, relevo, política, entre outros). As regiões não existem na natureza, pois se tratam de uma construção intelectual humana. Assim, o homem pode elaborar diferentes regiões conforme os seus interesses, seja para planejar ações, seja para realizar estudos.
Exemplos: as regiões brasileiras segundo o IBGE, as regiões socioeconômicas do país, as regiões naturais do mundo, as regiões metropolitanas, dentre outras.
http://www.alunosonline.com.br acessado em 20/04/15 ás 11:53 h


CARACTERÍSTICAS NATURAIS PREDOMINANTES DO ESPAÇO AMAZÔNICO
São características naturais predominantes do espaço amazônico – O império das águas, a planície inundável, a floresta tropical e o homem apequenado e imobilizado pela natureza, tudo sob o signo da imensidão. Este é o desafio a vencer. Este desafio, visando a transformar o espaço geográfico amazônico em espaço econômico vem sendo tentado desde os tempos do Brasil Colônia. Euclides da Cunha, já consagrado por sua obra "Os Sertões", onde marcou a força da geografia e do homem nordestino, ao viver na Amazônia varando rios e selvas até os meandros do alto Purus, nos idos de 1905, caracterizou com a mesma força literária sua pujança de autor dramático e ecologicamente brasileiro. São dele estas impressões vivas que colheu na vivência diária com a selva, as enchentes, os insetos, as febres e o caboclo massacrado pelo meio hostil:
"A impressão dominante que tive, e talvez correspondente a uma verdade positiva, é esta: o homem, ali, é ainda um intruso impertinente. Chegou sem ser esperado nem querido - quando a natureza ainda estava arrumando o seu vasto. Encontrou uma opulenta desordem. "
Mas, o desafio amazônico, no seu aspecto político, encontrou as respostas a começar pela ampliação dos domínios da capitania do Maranhão até a boca do Amazonas e a criação de Estado do Maranhão e Grão Pará.
A partir daí, e de forma sistemática, os portugueses começaram a fazer face às aspirações de espanhóis, franceses e holandeses sobre a desembocadura e a região do Cabo Orange e um rol de lutas travaram em seguida, no campo diplomático e no militar, até chegarem à consolidação das fronteiras norte e nordeste do Brasil.
O desafio econômico é uma batalha em pleno desdobramento. É a batalha tantas vezes tentada e tantas vezes frustrada. É a batalha de que não desistimos e, para a qual, agora, convocamos nossos vizinhos tributários da grande bacia, para juntos renovarmos os esforços.
Segundo o Prof. Armando Dias Mendes, o grande desafio amazônico, nos dias de hoje, resume-se na solução de dois problemas: desenvolvimento e ocupação. Agora, assim como no passado, a problemática tem sido sempre a mesma, com outros nomes mais em moda.
Desde os tempos coloniais, tentativas várias foram feitas no sentido de incorporar a Amazônia ao espaço econômico brasileiro. Foram tentativas heroicas, porém, insuficientes. Muito aquém das dimensões do desafio. No século XVIII, sob a inspiração da política mercantilista portuguesa, sob a ação dinâmica do Marquês de Pombal, foi criada a Companhia de Comércio do Grão-Pará e Maranhão, cuja finalidade era a de estabelecer o monopólio da navegação, do comércio exterior e do tráfico de escravos. Várias tentativas de valorização econômica datam dessa época, tais como a introdução do cultivo do arroz em Carolina, no vale do Tocantins, do caié no Parâ, trazido da Guiana, do cacau no baixo Amazonas, a criação de pesqueiros no Solimões e a introdução do boi no vale do Rio Branco. Dois homens de inegável liderança procuraram, sucessivamente. estimular essas iniciativas econômicas : o Capitão-General Francisco Xavier de Mendonça Furtado, irmão do Marquês de Pombal e o Cap. Geral da Capitania de São José do Rio Negro, o Brig. Lobo d'Almada. Esse esforço ingente estendeu-se, praticamente, por toda a segunda metade do século XVIII. Esta foi a primeira experiência agrícola realizada na Amazônia. Essa iniciativa econômica coincidiu com período em que Portugal conseguiu firmar sua soberania sobre a região. Os mesmos senhores Mendonça Furtado e Lobo d'Almada, foram, um apôs outro, os chefes da comissão demarcadora da fronteira estabelecida pelos Tratados de Madri e Santo Ildefonso cujos trabalhos resultaram no controle político da área reivindicada por Portugal. Durante esse período o espaço amazônico foi organizado administrativamente, com a criação das Capitanias de S. José do Rio Negro, Mato Grosso e Goiás.
A Amazônia estruturou-se em dez circunscrições político - territoriais, entre capitanias gerais e secundárias, estabelecendo se a administração e a ação militar lusa. Devemos ao, Marquês de Pombal esta primeira formulação estratégica, política e econômica para a ocupação e exploração do espaço amazônico.
http://amazonicobrasil.blogspot.com.br acessado em 20/04/15 ás 12:07 h

  1. História: (02 perguntas)
Sociedade do antigo Oriente:

ANTIGUIDADE ORIENTAL

Fazem parte da antiguidade oriental as civilizações que se desenvolveram no oriente e no oriente médio. A maior parte delas apresenta grandes semelhanças, mas cada civilização apresentou seu diferencial.
As civilizações orientais eram governadas por reis absolutos, muitos com poder justificado de forma divina, como no caso dos faraós no Egito. A economia era movida pela agricultura, praticada no modo de produção asiático, pelo qual a população camponesa servia coletivamente ao Estado (servidão coletiva).
A sociedade sempre se dividia nas seguintes camadas: os "privilegiados" (família do rei, ricos, letrados e sacerdotes) ficavam no topo da sociedade. Logo abaixo vinham os camponeses e outras pessoas livres, e abaixo vinham os escravos.
O que é preciso saber sobre a antiguidade oriental: semelhanças entre as civilizações orientais: governo absoluto, modo de produção asitático, servidão coletiva, sociedade dividida entre os privilegiados, camponeses e escravos.

MESOPOTÂMIA
Vários povos e impérios se fixaram na Mesopotâmia, que se desenvolveu graças aos rios Tigre e Eufrates. É na Mesopotâmia que surgiu o Código de Hamurábi, o primeiro código de leis escritas do qual se tem notícia. Nele se previa a pena do talião, baseado na máxima: "olho por olho, dente por dente", ou seja, quem matasse uma pessoa também era morto, quem cortasse o dedo de outra pessoa teria o mesmo dedo cortado.
Foi lá também que surgiu o sistema de escrita cuneiforme, feito através de sinais talhados em tábuas de madeira. Com a união dos acervos escritos da região, surgiu a Biblioteca de Nínive, que serve de base para os estudos sobre essa região. Lá também foram construídos os famosos Jardins Suspensos da Babilônia.
Os mesopotâmicos se destacam também por terem desenvolvido a astronomia e serem os primeiros a dividirem o círculo em 360 partes (graus) e o dia em 12 horas e 120 minutos.
O que é preciso saber sobre a Mesopotâmia: importância dos rios Tigre e Eufrates, Código de Hamurábi, pena do talião, escrita cuneiforme, importância da Biblioteca de Nínive, Jardins Suspensos da Babilônia, astronomia.

EGITO
A civilização egípcia se desenvolveu graças ao rio Nilo, que com suas inundações anuais, possibilitou a agricultura em suas margens, mesmo estando no meio do deserto. Os egípcios se destacaram na construção das pirâmides, ordenadas pelos faraós e na mumificação dos corpos. Muitas múmias estão em perfeito estado de conservação até os dias de hoje. Destacaram-se também na criação do papiro, um tipo de papel usado pelos egípcios, além da criação do sistema de escrita hieroglífico, traduzido por Champollion através da Pedra Roseta, que continha o mesmo texto escrito em grego e hieroglífico.
O que é preciso saber sobre o Egito: importância do rio Nilo, pirâmides, mumificação, papiro, hieroglifos.

HEBREUS
Os hebreus chegaram à Palestina guiados pelos patriarcas. Fugiram dali por causa da fome e se reinstalaram no Egito onde foram escravizados. Saíram do Egito e reconquistaram a região da Palestina liderados por Moisés e Josué.
Atingiram o maior desenvolvimento quando instalaram a monarquia, que como reino unido teve apenas três reis: Saul, Davi e Salomão. Dividiram-se em dois reinos, acabaram enfraquecendo e foram conquistados pelos Assírios que habitavam a Mesopotâmia, sendo feitos escravos novamente. Quando os persas conquistaram a Mesopotâmia, foram libertos, mas foram em seguida conquistados pelos romanos, que os dispersaram por todo o mundo, até que o estado de Israel fosse criado por medida das Nações Unidas.
O povo hebreu tem toda sua história registrada na Bíblia, principalmente no Antigo Testamento, que conta a história da formação do povo. O diferencial dos hebreus é a sua religião, a única monoteísta (um único Deus) daquela época com a crença no Deus Jeovah que levou à construção de um grandioso templo na cidade de Jerusalém.
O que é preciso saber sobre os hebreus: história contada na Bíblia, no Antigo Testamento, monoteísmo, crença no Deus Jeovah, foram escravizados no Egito, na Mesopotâmia e foram dispersos pelos romanos até a fundação do atual Estado de Israel.

FENÍCIOS
Os fenícios nunca fundaram um império unido, estando sempre divididos em cidades independentes. Foram grandes navegadores e fundaram diversas colônias ao redor do Mar Mediterrâneo, sendo a mais importante delas a colônia de Cartago, que irá envolver-se com uma disputa com o Império Romano. A maior herança deixada pelos fenícios foi o seu alfabeto de 22 letras muito próximo do nosso atual, copiado por muitas civilizações e criado para uma comunicação eficiente entre suas diversas colônias.
O que é preciso saber sobre os fenícios: cidades independentes, navegadores, fundadores de colônias, alfabeto de 22 letras.

PERSAS
Os persas se fixaram numa reigão no leste da Mesopotâmia. Adotaram um eficiente sistema de comunicação e administração. O império era divido em satrápias (algo como os estados), sendo cada satrápia governada por um sátrapa e fiscalizada por fiscais que eram denominados "olhos e ouvidos do rei".As estradas foram calçadas com pedras, permitindo a implantação de um ágil sistema de correio. A economia se tornou eficiente com a cunhagem (produção) de moedas, chamadas de Darico. Este sistema de administração extremamente eficicente foi a maior herança deixada pelos persas, inclusive muitos destes sistemas permanecem até hoje, como por exemplo a divisão em estados. Grandes governantes dos persas foram Dario I, que instituiu a divisão em satrápias e criou a moeda Darico, e Ciro I que libertou os hebreus quando foram escravizados na Mesopotâmia.A religião persa denominada Mazdeísmo também merece atenção. Era dualista, haviam duas divindades, uma do bem e outra do mal e o objetivo era o bem vencer o mal. Esta religião foi pregada por Zoroastro.O que é preciso saber sobre os persas: eficiente sistema de administração, as satrápias, os "olhos e ouvidos do rei", sistema de correio, moeda Darico, religião dualista. http://www.gondim.net acessado em 20/04/15 ás 12:32 h


  1. Geografia: (02 perguntas)
Paisagens: Paisagens e as marcas do tempo;

Paisagem: Conceito

A paisagem, por definição, é a configuração dos elementos tal qual eles se apresentam no espaço e que podem ser percebidos pelo ser humano através do uso de ao menos um dos cinco sentidos (visão, audição, olfato, tato e paladar). Ela pode estar relacionada a ambientes estáticos, como um prédio ou uma montanha, e a ambientes dinâmicos, como os fluxos de carros ou o deslocamento de um grupo de pássaros.
Assim, existem aquelas paisagens que revelam e predominam as transformações realizadas pela natureza, que são chamadas de paisagens naturais. Além disso, também existem aquelas paisagens que revelam as transformações realizadas pelo ser humano, através da exploração e utilização dos recursos naturais, chamadas de paisagens culturais ou humanizadas.

Essas duas paisagens não necessariamente se opõem ou se separam, podendo ser observadas, muitas vezes, dividindo o mesmo espaço. Isso significa que, dependendo dos tipos de paisagens e das ações nelas praticadas, é possível a harmonia entre ambas as formas de transformação no espaço.
Observa-se, também, que as paisagens naturais possuem uma temporalidade distinta das paisagens humanizadas. Enquanto as dinâmicas ambientais ocorrem, geralmente, obedecendo à velocidade de transformação mais lenta, as dinâmicas sociais e culturais transformam rapidamente e radicalmente o espaço. Geralmente, elementos da natureza que levaram milhares – ou até milhões – de anos para se formar desaparecem ou transformam-se em alguns poucos minutos através da ação humana.
O ser humano consegue transformar o espaço e construir o seu ambiente através do desenvolvimento e uso das técnicas. Entende-se por essa expressão o conjunto de métodos e procedimentos empregados em uma determinada atividade. Desde os tempos pré-históricos que o homem vem encontrando diferentes formas de utilizar os meios naturais para consumo, sobrevivência, comunicação, cultura, entre outras funções. Dessa forma, é através das técnicas que as paisagens naturais transformam-se em paisagens culturais.
Entretanto, como o desenvolvimento das técnicas tornou-se cada vez mais rápido e eficiente, as paisagens naturais estão cada vez mais diminutas, em razão do processo de exploração do homem dos recursos naturais. Por isso, existe atualmente um amplo debate sobre como preservar o ambiente em que vivemos através de uma forma de desenvolvimento que consiga manter a sustentabilidade em relação à exploração da natureza.
http://www.mundoeducacao.com acessado em 20/04/15 ás 12:44 h

MUDANÇAS NAS PAISAGEM NATURAL
 A paisagem pode ser alterada tanto pelos elementos naturais quanto pelos elementos humanizados.
Os elementos naturais mudam a paisagem de acordo com o lugar e as condições climáticas. Por exemplo, é o que acontece em países que ocorrem os terremotos, os maremotos (tsunami), as erupções vulcânicas, deslizamentos do solo, erosão das rochas, derretimento das geleiras, queimadas, entre muitas outras.
Já os seres humanos modificam a natureza em busca de moradia, melhores condições de sobrevivência, conforto e segurança, transformando a paisagem com suas características.
Com o crescimento da população é preciso cada vez mais construções de novas casas, além de mais espaço para a agricultura e pecuária. Utilizamos o solo para a alimentação, como o plantio e a criação de animais. Assim como para construção de vias, de estradas, de viadutos para a mobilização da população.

Paisagem e marca do tempo
As paisagens se alteram com o passar do tempo e marcam época e estilos. Podemos observar essas mudanças por meio de construções antigas, que, atualmente, são tombadas como patrimônio histórico. Muitas delas estão espalhadas pela cidade, principalmente em locais históricos como museus e centro das cidades; esse é o caso de vários estados: São Paulo, Rio de Janeiro, Bahia e tantos outros. Podemos encontrar grandes casarões e desenhos arquitetônicos de muitos anos que embelezam a cidade. Todo esse trabalho era realizado por artistas que esculpiam de forma artesanal, cada peça, cada obra, personificando a paisagem.

As belezas naturais
O nosso país é riquíssimo em paisagens naturais e muitas delas são preservadas pelo homem. De Norte a Sul do nosso país encontramos cenários que demonstram toda a sua beleza e sua preciosidade, aquilo que temos de melhor: a nossa natureza.
Temos muitas paisagens como florestas, cachoeiras, praias belíssimas, lagos e lagoas, rios, nascentes, dunas, montanhas, nossa Mata Atlântica, nossa fauna... Enfim, nosso bioma. Tanta beleza é contemplada pelos brasileiros e por milhares de turistas que visitam nosso país todos os anos. Essas belezas se não preservadas, se extinguem com o passar do tempo pela má preservação do ser humano.

As mudanças de paisagem que prejudicam o ambiente
Os seres humanos, além de alterarem a paisagem, prejudicam o ambiente com a contaminação das águas, dos rios, com a matança indiscriminada de animais, com a poluição do ar, com as queimadas e derrubadas de nossas matas e florestas.  As consequências são várias doenças ao próprio homem, além de a natureza correr sério risco de extinção.
Fonte: http://www.colegioweb.com.br acessado em 20/04/15 ás 12:50 h

  1. Religião: (02 perguntas)
Teorias do surgimento da vida: Cristã e Cientifica

Teoria dos mares
Você já imaginou se a vida foi iniciada em um ambiente aquático? Pois é, a teoria de que a vida surgiu nos mares indica que tudo pode ter começado através de fontes hidrotermais – uma das maiores zonas de biodiversidade da Terra – que não necessitam de luz solar e fotossíntese. 
As fontes teriam expelido moléculas ricas em hidrogênio, mantendo-as concentradas em um único ambiente, favorecendo os minerais catalisadores. Até hoje, esse ambiente cultiva um grandioso ecossistema. 

Primórdios no gelo
Quando o sol não esquentava tanto a Terra como nos dias de hoje, o gelo pode ter dominado os oceanos. Já imaginou você, indo para a praia com os amigos, quando se depara com o mar todo congelado? Assim fica difícil, né?
A camada de gelo possivelmente formada no oceano há 3 bilhões de anos pode ter protegido alguns compostos orgânicos mais frágeis dos raios ultravioleta. Aliás, o frio pode ter sido um dos fatores fundamentais para ajudar as moléculas a sobreviver por mais tempo, permitindo a proliferação.
A teoria vem sendo aprimorada ao longo dos anos por cientistas como Stanley Miller e o biólogo molecular da Universidade Albert Einstein de Medicina em Nova York, Matthew Levy.

Panspermia
Idealizada por Anaxágoras no século 5 a.C. na Grécia, Panspermia é uma das hipóteses de que a vida foi trazida à Terra por meteoritos, asteroides e planetoides.
A teoria propõe que a vida pode sobreviver aos efeitos adversos do espaço; como as bactérias extremófilas (organismos que conseguem sobreviver a condições geoquímicas extremas) que podem ficar presas em matérias para viajar por um longo período até colidir com outros planetas.
Você que lembrou do Venom dos quadrinhos do Homem-Aranha, sim, a simbiose pode ser uma bactéria extremófila, por que não? Afinal, ela sobrevive a qualquer condição.
Quando essas bactérias extremófilas conseguem se adaptar às condições de outros planetas, a vida começa! Elas vão ser capazes de iniciar o processo de proliferação e evolução. O conceito de Panspermia também relaciona que é possível existir vida em outros planetas – será que todos nós somos descendentes de seres extraterrestres?

Faíscas da vida
Um famoso experimento realizado pelos cientistas Miller e Urey na Universidade de Chicago em 1953 pode indicar o início de vida na Terra. A experiência consistia em simular as condições primitivas de 3 bilhões de anos.
Para realizar todo o processo foi preciso de um recipiente fechado com um balão contendo água, metano, amônia, hidrogênio e descargas elétricas. Depois de um tempo de exposição diante das faíscas, alguns compostos orgânicos surgiram dentro do ambiente vedado, incluindo aminoácidos e açúcares.
Ao que tudo indica, o clima morno e úmido da Terra naquela época pode ter sido essencial para a criação de compostos básicos necessários para a vida. 

Origem da vida e argila
Sabe a argila que você usava para atirar no amigo nas aulas de Educação Artística na escola? Então, ela pode ter sido responsável pelo início da vida. De acordo com uma ideia elaborada pelo químico Alexander Graham Cairns-Smith, da universidade de Glasgow na Escócia, a teoria mostra que a argila pode adsorver compostos orgânicos, desempenhando uma função de catalisador e protetor de reações – protegendo inclusive de radiação.  
Em algumas mitologias como a grega de Prometeu e Atena, é comum encontrar referências de que a vida foi criada através de um molde de argila. 
www.megacurioso.com.br acessado em 20/04/15 ás 13:13 h

Criacionismo
 
A questão sobre as origens do homem remete a um amplo debate, no qual filosofia, religião e ciência entram em cena para construir diferentes concepções sobre a existência da vida humana e, implicitamente, por que somos o único espécime dotado de características que nos diferenciam do restante dos animais.
Desde as primeiras manifestações mítico-religiosas o homem busca resposta para essa questão. Nesse âmbito, a teoria criacionista é a que tem maior aceitação. Ao mesmo tempo, ao contrário do que muitos pensam, as diferentes religiões do mundo elaboraram uma versão própria da teoria criacionista.
A mitologia grega atribui a origem do homem ao feito dos titãs Epimeteu e Prometeu. Epimeteu teria criado os homens sem vida, imperfeitos e feitos a partir de um molde de barro. Por compaixão, seu irmão Prometeu resolveu roubar o fogo do deus Vulcano para dar vida à raça humana. Já a mitologia chinesa atribui a criação da raça humana à solidão da deusa Nu Wa, que ao perceber sua sombra sob as ondas de um rio, resolveu criar seres à sua semelhança.
O cristianismo adota a Bíblia como fonte explicativa sobre a criação do homem. Segundo a narrativa bíblica, o homem foi concebido depois que Deus criou céus e terra. Também feito a partir do barro, o homem teria ganhado vida quando Deus assoprou o fôlego da vida em suas narinas. Outras religiões contemporâneas e antigas formulam outras explicações, sendo que algumas chegam a ter pontos de explicação bastante semelhantes.
Sendo um tema polêmico e inacabado, a origem do homem ainda será uma delicada questão capaz de se desdobrar em outros debates. Dessa forma, cabe a cada um julgar e adotar, por meio de critérios pessoais, a corrente explicativa que lhe parece mais plausível.
http://www.brasilescola.com acessado em 20/04/15 ás 13:22 h

Evolucionismo
Desenvolvida principalmente por Charles Darwin, a teoria do Evolucionismo afirma que a sobrevivência das espécies está relacionada com sua seleção natural.

Evolucionismo é uma teoria elaborada e desenvolvida por diversos cientistas para explicar as alterações sofridas pelas diversas espécies de seres vivos ao longo do tempo, em sua relação com o meio ambiente onde elas habitam. O principal cientista ligado ao evolucionismo foi o inglês Charles Robert Darwin (1809-1882), que publicou, em 1859, a obra Sobre a origem das espécies por meio da seleção natural ou a conservação das raças favorecidas na luta pela vida, ou como é mais comumente conhecida, A Origem das Espécies.
Darwin elaborou sua principal obra a partir de uma pesquisa realizada em várias partes do mundo, após uma viagem de circum-navegação ocorrida entre 1831 e 1836, coordenada pelo Almirantado britânico. Nessa viagem, o cientista inglês pôde perceber como diversas espécies aparentadas possuíam características distintas, dependendo do local em que eram encontradas.
Darwin pôde perceber ainda que entre espécies extintas e espécies presentes no meio ambiente havia características comuns. Isso o levou a afirmar que havia um caráter mutável entre as espécies, e não uma característica imutável como antes era comum entender. As espécies não existem da mesma forma ao longo do tempo, elas evoluem. Durante a evolução, elas transmitem geneticamente essas mudanças às gerações posteriores.
Entretanto, para Darwin, evoluir é mudar biologicamente (e não necessariamente se tornar melhor), e as mudanças geralmente ocorrem para que exista uma adaptação das espécies ao meio ambiente em que vivem. A esse processo de mudança em consonância com o meio ambiente Charles Darwin deu o nome de seleção natural.
A teoria elaborada por Charles Darwin causou grande polêmica no meio científico. Isso mesmo tendo existido antes dele cientistas que já afirmavam que toda a alteração no mundo orgânico, bem como no mundo inorgânico, é o resultado de uma lei, e não uma intervenção miraculosa, como escreveu o naturalista francês Jean-Baptiste de Lamark (1744-1829).
Havia ainda à época uma noção de que as espécies tinham suas características fixadas desde o início de sua existência, não havendo o caráter de mudança não divina apontada pelo cientista inglês. Tal concepção era fortemente influenciada pela filosofia religiosa cristã, da criação por Deus de todos os seres vivos desde o início do mundo. Até Charles Darwin teve suas convicções religiosas abaladas com os resultados de suas pesquisas, o que o levou a se recusar a apresentá-los por cerca de vinte anos.
Uma polêmica constante na teoria evolucionista está relacionada com os seres humanos. No que se refere à evolução de homens e mulheres, o evolucionismo indica que nós temos um ancestral comum com algumas espécies de macacos, como o chimpanzé. Pesquisas recentes de decodificação do genoma indicam uma semelhança de 98% entre os genes de seres humanos e chimpanzés. Porém, isso não quer dizer
http://www.mundoeducacao.com acessado em 20/04/15 ás 13:30 h










  1. Língua Inglesa: (02 perguntas)
Conhecer saudações diárias no novo idioma

Cumprimentos formais em Inglês.
English
Pronúncia
Tradução
How are you doing?
Ral ar iuduim
Como vai?
Good morning
Gud mornin
Bom dia
Good afternoon
Gud afternun
Boa tarde
Good evening
Gud ivinin
Boa noite (fim de tarde)
Good night
Gud naite
Boa noite ( fim de noite)
How are you?
Ral ar iu
Como está?  - Oi
Cumprimentos informais em Inglês.
English
Pronúncia
Tradução
Hi!
Rai
Oi!
Hello!
Rélou
Hola! Oi!
Hey!
Rei
Oi! hei!
What is up?
Uatis ap
Qual é a novidade?

Português
Inglês
Olá
Hello
Oi
Hi
Bom dia
Good morning
Boa tarde
(F) Good afternoon
Boa noite (quando se chega a um lugar)
Good evening
(IN)  Dia!
(IN) Morning!
(IN) Tarde!
(IN) Afternoon!
(IN) Noite!
(IN) Evening! (Em situações informais a palavra good é omitida.)
Qual é o seu nome?
What's your name?
Oi, eu sou...
Hi, I'm...
Desculpe, (mas) qual é mesmo o seu nome?
I'm sorry, (but) what was your name again?
(F) (Muito) Prazer!
(F) Nice to meet you / Delighted to meet you / Pleased to meet you / Glad to meet you
Como vai? / Tudo bem? / Tudo Bom?
How are you? / How are you doing?
(IN) Como é que tá?
(IN) How's you?
Estou bem, obrigado(a)
(I'm) Fine, thanks
Estou bem, e você?
(I'm) Fine, and you?
(IN) Tô legal, valeu. E você?
Fine thanks. You?
Está tudo bem?
Is everything OK?
Tudo bem
OK
Obrigado(a) / Muito Obrigado(a)
Thank you / Thank you very much!
(IN) Obrigado(a) / Valeu!
(IN) Thanks / Cheers¹
(F) O prazer é (todo) meu!
(F) Nice to meet you too (comumente dito enquanto se apertam as mãos) / Delighted to meet you too / Pleased to meet you too / Glad to meet you too
Você conhece o Ronaldo?
Do you know Ronaldo?
Eu quero lhe apresentar ao...
I'd like you to meet...
Já ouvi falar muito de você
I've heard a lot about you
Coisas boas, eu espero
All good, I hope
Finalmente estou conhecendo você!
At last!  We meet!
Gostei de conhecê-lo.
(It was) Nice meeting you.


  1. Ciências: (02 perguntas)
Seres vivos e diversidades

Classificação dos Seres Vivos

A sistemática é a ciência dedicada a inventariar e descrever a biodiversidade e compreender as relações filogenéticas entre os organismos. Inclui a taxonomia (ciência da descoberta, descrição e classificação das espécies e grupo de espécies, com suas normas e princípios) e também a filogenia (relações evolutivas entre os organismos). Em geral, diz-se que compreende a classificação dos diversos organismos vivos. Em biologia, os sistematas são os cientistas que classificam as espécies em outros táxons a fim de definir o modo como eles se relacionam evolutivamente.
O objetivo da classificação dos seres vivos, chamada taxonomia, foi inicialmente o de organizar as plantas e animais conhecidos em categorias que pudessem ser referidas. Posteriormente a classificação passou a respeitar as relações evolutivas entre organismos, organização mais natural do que a baseada apenas em características externas. Para isso se utilizam também características ecológicas, fisiológicas, e todas as outras que estiverem disponíveis para os táxons em questão. É a esse conjunto de investigações a respeito dos táxons que se dá o nome de Sistemática. Nos últimos anos têm sido tentadas classificações baseadas na semelhança entre genomas, com grandes avanços em algumas áreas, especialmente quando se juntam a essas informações aquelas oriundas dos outros campos da Biologia.

A classificação dos seres vivos é parte da sistemática, ciência que estuda as relações entre organismos, e que inclui a coleta, preservação e estudo de espécimes, e a análise dos dados vindos de várias áreas de pesquisa biológica.

O primeiro sistema de classificação foi o de Aristóteles no século IV a.C., que ordenou os animais pelo tipo de reprodução e por terem ou não sangue vermelho. O seu discípulo Teofrasto classificou as plantas por seu uso e forma de cultivo.
Nos séculos XVII e XVIII os botânicos e zoólogos começaram a delinear o atual sistema de categorias, ainda baseados em características anatômicas superficiais. No entanto, como a ancestralidade comum pode ser a causa de tais semelhanças, este sistema demonstrou aproximar-se da natureza, e continua sendo a base da classificação atual. Lineu fez o primeiro trabalho extenso de categorização, em 1758, criando a hierarquia atual.

A partir de Darwin a evolução passou a ser considerada como paradigma central da Biologia, e com isso evidências da paleontologia sobre formas ancestrais, e da embriologia sobre semelhanças nos primeiros estágios de vida. No século XX, a genética e a fisiologia tornaram-se importantes na classificação, como o uso recente da genética molecular na comparação de códigos genéticos. Programas de computador específicos são usados na análise matemática dos dados.

Em fevereiro de 2005 Edward Osborne Wilson, professor aposentado da Universidade de Harvard, onde cunhou o termo biodiversidade e participou da fundação da sociobiologia, ao defender um "projeto genoma" da biodiversidade da Terra, propôs a criação de uma base de dados digital com fotos detalhadas de todas a espécies vivas e a finalização do projeto Árvore da vida. Em contraposição a uma sistemática baseada na biologia celular e molecular, Wilson vê a necessidade da sistemática descritiva para preservar a biodiversidade.

Do ponto de vista econômico, defendem Wilson, Peter Raven e Dan Brooks, a sistemática pode trazer conhecimentos úteis na biotecnologia, e na contenção de doenças emergentes. Mais da metade das espécies do planeta é parasita, e a maioria delas ainda é desconhecida.
De acordo com a classificação vigente as espécies descritas são agrupadas em gêneros. Os gêneros são reunidos, se tiverem algumas características em comum, formando uma família. Famílias, por sua vez, são agrupadas em uma ordem. Ordens são reunidas em uma classe. Classes de seres vivos são reunidas em filos. E os filos são, finalmente, componentes de alguns dos cinco reinos (Monera, Protista, Fungi, Plantae e Animalia).
Com certeza, o homem não conhece todos os seres vivos que habitam a Terra, pois eles constituem uma variedade muito grande. É essa grande variedade de seres vivos existentes no nosso planeta que chamamos de biodiversidade.

Sobre a biodiversidade da Terra, podemos destacar o seguinte:
Alguns deles são domesticados, outros estão próximos - no zoológico -, árvores e plantas estão em todo lugar: avenidas, jardins, parques, vasos, etc;
Há seres vivos que você conhece somente pro meio de filmes ou de revistas;
Existem outros seres vivos na Terra que nem os cientistas e pesquisadores ainda conhecem.
Alguns especialistas estimam que existam entre cinco e trinta milhões de espécies de seres vivos na Terra, mas apenas cerca de um milhão e quatrocentas mil são conhecidas neste início de século XXI.
Classificação dos seres vivos
É muito difícil estudar isoladamente todos os seres vivos conhecidos na Terra. Saber como eles são, onde se abrigam, como se reproduzem, por exemplo, não é uma tarefa fácil.
Na tentativa de entender melhor a evolução dos grupos de seres vivos e suas relações de parentesco, os cientistas fazem a sua classificação. Classificar é agrupar, formar grupos, obedecendo a determinados critérios. Exemplos: Grupo dos macacos (macaco-aranha, sagüi, bugio, etc.); Grupo dos pássaros (curió, canário, pardal, beija-flor, etc.); Grupo dos cães (pequinês, yorkshire terrier, perdigueiro, pastor alemão, etc).
 
Espécie e gênero
Espécie é o conjunto de indivíduos semelhantes que podem cruzar-se entre si, gerando descendentes férteis.
Para entender bem esta definição, veja o exemplo do cavalo e da égua. Eles podem cruzar-se e dão origem a um descendente fértil, isto é, que também pode originar descendentes. Por isso, eles são da mesma espécie.
Do cruzamento de um jumento com uma égua nascerá um burro (macho) ou uma mula (fêmea). Estes animais serão estéreis, isto é, não podem dar origem a descendentes. Portanto o cavalo (e a égua) e o jumento são de espécies diferentes.
Espécies mais aparentadas entre si do que com quaisquer outras formam um gênero. 
Os cães e os lobos são parentes próximos e também muito semelhantes. Assim, todos esses animais foram classificados no gênero Canis.
Com as noções de gênero e espécie, o cientista sueco Carlos Lineu (1707 - 1778) classificou todos os seres vivos até então conhecidos. Para isso, empregou sempre duas palavras para dar nome a eles.

Nome científico
As duas palavras do nome científico são escritas no idioma latim. Essa língua, usava pelos antigos romanos, foi escolhida por ser um idioma morto, ou seja, ninguém mais o utiliza no dia a dia. Os idiomas em uso geralmente sofrem alterações, trazendo mais de um significado para uma determinada palavra. Outra vantagem de utilizar um idioma universal científico seria o fato de os seres vivos descritos em trabalhos científicos serem identificados por um pesquisador em qualquer parte do planeta, seja ele chinês, alemão, português, brasileiro ou finlandês.
O nome científico deve estar destacado do texto de alguma maneira para facilitar a sua identificação. Isso pode ser feito com letras em negrito, em itálico ou sublinhadas.
Lineu chamou o cão, por exemplo, de Canis familiaris e o lobo de Canis lupus. Observe que a primeira palavra é escrita sempre em maiúscula e a segunda em minúscula. 
A expressão formada da primeira palavra (Canis) mais a segunda (familiaris ou lupus) representa a espécie a que pertence o animal. Assim, Canis, é o nome do gênero ao qual pertencem, que é o mesmo para o cão e para o lobo. Ou seja, cão e lobo são do mesmo gênero, mas de espécies diferentes.
O homem pertence à espécie Homo sapiens.
Gêneros podem ser agrupados e formar uma família
O conjunto de gêneros mais aparentados entre si do que com quaisquer outros forma a família. Assim, o cão (Canis familiaris) e animais aparentados a ele, como, por exemplo, o lobo (Canis lupus) e a raposa (Vulpes vulpes) fazem parte da família dos canídeos (Canidae).
Famílias podem ser agrupadas e formar uma ordem
O conjunto de famílias mais aparentadas entre si forma uma ordem. Assim o cão, o lobo e a raposa (da família dos canídeos) e o tigre (da família dos felídeos - Felidae) fazem parte da ordem dos carnívoros (Carnivora).
 Esses animais tem várias semelhanças e normalmente se nutrem apenas de carne - daí o nome da ordem. Mas os ursos fazem parte da ordem carnívora e também se alimentam de mel e de frutas e o cão doméstico, come também outros tipos de alimento, além de carne.
Ordens podem ser agrupadas e formar uma classe
Um conjunto de ordens mais aparentadas entre si forma uma classe. Assim a raposa (da ordem dos carnívoros), o rato (da ordem dos roedores - Rodentia), o macaco e os seres humanos (da ordem dos primatas - Primates) e o coelho (da ordem dos lagomorfos - Lagomorpha) fazem parte da classe dos mamíferos - Mammalia).
 A característica mais marcante dessa classe é a presença de glândulas mamárias, que nas fêmeas são desenvolvidas e produzem o leite que alimenta os filhotes.
Classes podem ser agrupadas e formar um filo
O conjunto de classes mais aparentadas entre si forma um filo. Assim, o boi (da classe dos mamíferos), a galinha (da classe das Aves - Aves), a tainha (da classe dos peixes - Osteichthyes), o sapo (da classe dos anfíbios - Amphibia) e a cobra (da classe dos répteis - Reptilia) fazem parte do filo dos cordados (Chordata).
Esses animais são semelhantes porque possuem, na fase de embrião, uma estrutura chamada notocorda, com função de sustentação. A notocorda pode desaparecer ou não. Nos animais que possuem vértebras (vertebrados), como os seres humanos, a notocorda desaparece durante o desenvolvimento embrionário. Em seu lugar forma-se a coluna vertebral.
Filos podem ser agrupados e formar um reino
O conjunto de filos mais aparentados entre si forma um reino. Assim, o filo dos cordados e todos os outros filos de animais formam o reino dos animais (Animalia).
Os animais são semelhantes porque são pluricelulares, heterotróficos e tem tecidos especializados.

Os cinco grandes reinos
Durante muitos séculos os seres vivos foram classificados em apenas dois reinos: animal e vegetal. Para fazer esta classificação os cientistas levaram em consideração dois critérios:
Todos os seres vivos que se locomovem e são heterotróficos seriam animais;
Todos os seres que não se locomovem e que apresentam clorofila seriam vegetais.
Em muitos casos, essas características podem ser facilmente observadas. As girafas são animais porque se movimentam - anda, corre, mexe a cabeça para procurar alimento e a árvore e o capim são vegetais porque são fixos e tem clorofila (são verdes).
Em outros seres vivos, porém, as diferenças não são tão claras.
Os cogumelos não tem clorofila e não se locomovem. Portanto, não são animais nem vegetais;
Com o desenvolvimento do microscópio, descobriam-se micro-organismos que não tinham características de vegetal nem de animal ou tinham características dos dois grupos, dificultando a sua classificação. Um bom exemplo disso é a euglena. Ela possui clorofila e se locomove. Trata-se de um vegetal ou animal?

A partir de 1969, então, os cientistas estabeleceram um novo sistema de classificação, agrupando os seres vivos em cinco reinos. São eles:

·         Reino da moneras (ou reino Monera) - Engloba todos os seres unicelulares e procariontes, isto é, que não possuem núcleo individualizado por uma membrana em suas células; o material genético desses seres encontra-se disperso no citoplasma. São as bactérias e as cianofíceas (também chamadas de cianobactérias e de algas azuis);
·         Reino dos protistas (ou reino Protista) - É formado somente por seres unicelulares e eucariontes, isto é, que possuem núcleo individualizado pro uma membrana. São os protozoários e as algas unicelulares eucariontes;
·         Reino dos fungos (ou reino Fungi) - Engloba seres vivos eucariontes, unicelulares ou pluricelulares e heterotróficos; suas células possuem parede celular;
·         Reino das plantas ou dos vegetais (ou reino Plantae ou Metaphyta) - Engloba todas as plantas. Esses seres são pluricelulares, autotróficos e possuem tecidos especializados;
·         Reino dos animais (ou reino Animalia ou Metazoa) - Engloba todos os seres vivos pluricelulares, heterotróficos e com tecidos especializados. Suas células são possuem parede celular.
Curiosidade => O lobo-da-tasmânia, animal que parece um lobo ou um cão, é encontrado na Austrália e desempenha atividades e funções em seu ambiente semelhantes às dos lobos e cães de outras regiões do planeta.
            No passado, os taxonomistas - cientistas que estudam a evolução e a classificação dos seres vivos -, considerando as características externas desse animal, pensavam que ele fosse parente próximo dos lobos e cães.
            Estudando o desenvolvimento embrionário e outras características do lobo-da-tasmânia, os taxonomistas modernos perceberam que o animal possui uma bolsa especial que abriga os filhotes ainda na forma de feto e que lhes dá proteção e os alimenta. Constataram, então, que o lobo-da-tasmânia é mais aparentado com gambás e cangurus. Ele é um marsupial.

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  1. Educação Física: 02 perguntas
História da Educação Física

A ORIGEM DA EDUCAÇÃO FÍSICA

A origem da educação física remota a tempos do homem primitivo que precisava desenvolver capacidades corporais com a finalidade de ganhar seus desafios, porque era uma questão de vida ou morte. Só que tudo isso acontecia de maneira inconsciente, mas é neste período que podemos verificar os primeiros registros da força física humana sendo exercida.
O corpo humano adquiriu uma anatomia que nada mais é do que o resultado evolutivo de um refinamento realizado por nossos ancestrais que necessitavam correr, nadar, levantar, pular, entre outros exercícios para a sua sobrevivência. Estes princípios foram aperfeiçoados com base nas necessidades de ataque e defesa, mostrando que neste processo evolutivo a agilidade, destreza e a força eram qualidades que os tornavam privilegiados com relação a outros animais. O nosso polegar, por exemplo, possui este desenvolvimento para nos dar possibilidade para arremessamentos.
Historiadores desvendaram que no Oriente os humanos logo começaram a se tornar mais civilizados devido aos exercícios que tinham um sentido moral preparatório para a vida. Na Índia, a atividade física estava completamente unida com o ensino e a religião daquela sociedade. Algumas práticas na China conferiam a guerra de forma a aprimorar as qualidades físicas e motoras dos guerreiros.
O berço dos esportes, remota à sociedade grega antiga, em um momento onde a atividade física era muito importante e estava ligada a intelectualidade e a espiritualidade em forma de mitologia e de filosofia de vida, onde o corpo bem definido possuía bons olhares, tais como vitalidade, destreza, saúde e é claro, força. Foi nesta época em que os próprios gregos criaram os Jogos Olímpicos, onde os mesmos faziam homenagens aos seus deuses com a prática de competições.

EDUCAÇÃO FÍSICA NO BRASIL

Brasil colônia, de 1500 a 1822

A mais antiga notícia sobre a Educação Física em terras brasileiras data o ano de sua descoberta, 1500. Tal fato se deve ao relato de Pero Vaz de Caminha, que em uma de suas cartas, que relatam indígenas dançando, saltando, girando e se alegrando ao som de uma gaita tocada por um português (Ramos, 1982). Segundo Ramos (1982), esta foi certamente a primeira aula de ginástica e recreação relatada no Brasil. De modo geral, sabe-se que as atividades físicas realizadas pelos indígenas no período do Brasil colônia, estavam relacionadas a aspectos da cultura primitiva. Tendo como características elementos de cunho natural (como brincadeiras, caça, pesca, nado e locomoção), utilitário (como o aprimoramento das atividades de caça, agrícolas, etc.), guerreiras (proteção de suas terras); recreativo e religioso (como as danças, agradecimentos aos deuses, festas, encenações, etc.) (Gutierrez, 1972). Posteriormente, ainda no período colonial, criada na senzala, sobretudo no Rio de Janeiro e na Bahia, surge a capoeira, atividade ríspida, criativa e rítmica que era praticada pelos escravos (Ramos, 1982). Desta forma, podemos destacar que no Brasil colônia, as atividades físicas realizadas pelos indígenas e escravos, representaram os primeiros elementos da Educação Física no Brasil.

Brasil império, de 1822 a 1889

 O início do desenvolvimento cultural da Educação Física no Brasil, apesar de não ter ocorrido de forma contundente, ocorreu no período do Brasil império. Pois foi nessa época que surgiram os primeiros tratados sobre a Educação Física.
 Em 1823, Joaquim Antônio Serpa, elaborou o “Tratado de Educação Física e Moral dos Meninos”. Esse tratado postulava que a educação englobava a saúde do corpo e a cultura do espírito, e considerava que os exercícios físicos deveriam ser divididos em duas categorias: 1) os que exercitavam o corpo; e 2) os que exercitavam a memória (Gutierrez, 1972). Além disso, esse tratado entendia a educação moral como coadjuvante da Educação Física e vice-versa (Gutierrez, 1972).
O Início da Educação Física escolar no Brasil, inicialmente denominada Ginástica, ocorreu oficialmente com a reforma Couto Ferraz, em 1851(Ramos, 1982). No entanto, foi somente em 1882, que Rui Barbosa ao lançar o parecer sobre a “Reforma do Ensino Primário, Secundário e Superior”, denota importância à Ginástica na formação do brasileiro (Ramos, 1982). Nesse parecer, Rui Barbosa relata a situação da Educação Física em países mais adiantados politicamente e defende a Ginástica como elemento indispensável para formação integral da juventude (Ramos, 1982).
Em resumo, o projeto relatado por Rui Barbosa, buscava instituir uma sessão essencial de Ginástica em todas as escolas de ensino normal; estender a obrigatoriedade da Ginástica para ambos os gêneros (masculino e feminino), uma vez que as meninas não tinham obrigatoriedade em fazê-la; inserir a Ginástica nos programas escolares como matéria de estudo e em horas distintas ao recreio e depois da aula; além de buscar a equiparação em categoria e autoridade dos professores de Ginástica em relação aos professores de outras disciplinas (Darido e Rangel, 2005).
No entanto, a implementação da Ginástica nas escolas, inicialmente ocorreu apenas em parte do Rio de Janeiro, capital da República, e nas escolas militares (Darido e Rangel, 2005).

Brasil república, de 1890 a 1946

A Educação Física no Brasil república pode ser subdividida em duas fases: a primeira remete o período de 1890 até a Revolução de 1930 (que empossou o presidente Getúlio Vargas); e a segunda fase, configura o período após a Revolução de 1930 até 1946.
Na primeira fase do Brasil república, a partir de 1920, outros estados da Federação, além do Rio de Janeiro, começaram a realizar suas reformas educacionais e, começaram a incluir a Ginástica na escola (Betti, 1991). Além disso, ocorre a criação de diversas escolas de Educação Física, que tinham como objetivo principal a formação militar (Ramos, 1982). No entanto, é a partir da segunda fase do Brasil república, após a criação do Ministério da Educação e Saúde, que a Educação Física começa a ganhar destaque perante aos objetivos do governo. Nessa época, a Educação Física é inserida na constituição brasileira e surgem leis que a tornam obrigatória no ensino secundário (Ramos, 1982).
Na intenção de sistematizar a ginástica dentro da escola brasileira, surgem os métodos ginásticos (gímnicos). Oriundos das escolas sueca, alemã e francesa, esses métodos conferiam à Educação Física uma perspectiva eugênica, higienista e militarista, na qual o exercício físico deveria ser utilizado para aquisição e manutenção da higiene física e moral (Higienismo), preparando os indivíduos fisicamente para o combate militar (Militarismo) (Darido e Rangel, 2005).
O higienismo e o militarismo estavam orientados em princípios anátomo-fisiológicos, buscando a criação de um homem obediente, submisso e acrítico à realidade brasileira.

Brasil contemporâneo, de 1846 a 1980

No Período que compreende o pós 2ª Guerra Mundial, até meados da década de 1960 (mais precisamente em 1964, início do período da Ditadura brasileira), a Educação Física nas escolas mantinham o caráter gímnico e calistênico do Brasil república (Ramos, 1982).
Com a tomada do Poder Executivo brasileiro pelos militares, ocorreu um crescimento abrupto do sistema educacional, onde o governo planejou usar as escolas públicas e privadas como fonte de programa do regime militar (Darido e Rangel, 2005).
Naquela época o governo investia muito no esporte, buscando fazer da Educação Física um sustentáculo ideológico, a partir do êxito em competições esportivas de alto nível, eliminando assim críticas internas e deixando transparecer um clima de prosperidade e desenvolvimento (Darido e Rangel, 2005). Fortalece-se então a idéia do esportivismo, no qual o rendimento, a vitória e a busca pelo mais hábil e forte estavam cada vez mais presentes na Educação Física.
Dentre uma das importantes medidas que impactaram a Educação Física no período contemporâneo, está a obrigatoriedade da Educação Física/Esportes no ensino do 3º Grau, por meio do decreto lei no 705/69 (Brasil., 1969). Segundo Castellani Filho (1998), o decreto lei no 705/69 (Brasil., 1969), tinha como propósito político favorecer o regime militar, desmantelando as mobilizações e o movimento estudantil que era contrário ao regime militar, uma vez que as universidades representavam um dos principais pólos de resistência a esse regime.
Desta forma, o esporte era utilizado como um elemento de distração à realidade política da época. Ademais, a Educação Física/Esportes no 3º Grau era considerada uma atividade destituída de conhecimentos e estava relacionada ao fazer pelo fazer, voltada a formação de mão de obra apta para a produção (Darido e Rangel, 2005).
No entanto, o modelo esportivista, também chamado de mecanicista, tradicional e tecnicista, começou a ser criticado, principalmente a partir da década de 1980. Entretanto, essa concepção esportivista ainda está presente na sociedade e na escola atual (Darido e Rangel, 2005).

Educação Física na atualidade, a partir de 1980

A Educação Física ao longo de sua história priorizou os conteúdos gímnicos e esportivos, numa dimensão quase exclusivamente procedimental, o saber fazer e não o saber sobre a cultura corporal ou como se deve ser (Darido e Rangel, 2005).
Durante a década de 1980, a resistência à concepção biológica da Educação Física, foi criticada em relação ao predomínio dos conteúdos esportivos (Darido e Rangel, 2005). Atualmente, coexistem na Educação física, diversa concepções, modelos, tendências ou abordagens, que tentam romper com o modelo mecanicista, esportivista e tradicional que outrora foi embutido aos esportes. Entre essas diferentes concepções pedagógicas pode-se citar: a psicomotricidade; desenvolvimentista; saúde renovada; críticas; e mais recentemente os Parâmetros Curriculares Nacionais (PCNs) (Brasil., 1997).
A concepção pedagógica psicomotricidade, foi divulgada inicialmente em programas de escolas “especiais”, voltada para o atendimento de alunos com deficiência motora e intelectual (Darido e Rangel, 2005). É o primeiro movimento mais articulado que surgiu à partir da década de 1970, em oposição aos modelos pedagógicos anteriores. A concepção psicomotricidade tem como objetivo o desenvolvimento psicomotor, extrapolando os limites biológicos e de rendimento corporal, incluindo e valorizando o conhecimento de ordem psicológica. Para isso a criança deve ser constantemente estimulada a desenvolver sua lateralidade, consciência corporal e a coordenação motora (Darido e Rangel, 2005). No entanto, sua abordagem pedagógica tende a valorizar o fazer pelo fazer, não evidenciando o porquê de se fazer e como o fazer.
Já o modelo desenvolvimentista por sua vez, busca propiciar ao aluno condições para que seu comportamento motor seja desenvolvido, oferecendo-lhe experiências de movimentos adequados às diferentes faixas etárias (Darido e Rangel, 2005). Neste modelo pedagógico, cabe aos professores observarem sistematicamente o comportamento motor dos alunos, no sentido de verificar em que fase de desenvolvimento motor eles se encontram, localizando os erros e oferecendo informações relevantes para que os erros sejam superados.
A perspectiva pedagógica saúde renovada, diferentemente das citadas anteriores, tem por finalidade convicta e às vezes única, de ressaltar os aspectos conceituais a cerca da importância de se conhecer, adotar e seguir conceitos relacionados à aquisição de uma boa saúde (Darido e Rangel, 2005).
 Por outro lado, as abordagens pedagógicas críticas, sugerem que os conteúdos selecionados para as aulas de Educação Física devem propiciar a leitura da realidade do ponto de vista da classe trabalhadora (Darido e Rangel, 2005). Nessa visão a Educação Física é entendida como uma disciplina que trata do conhecimento denominado cultura corporal, que tem como temas, o jogo, a brincadeira, a ginástica, a dança, o esporte, etc., e apresenta relações com os principais problemas sociais e políticos vivenciados pelos alunos (Darido e Rangel, 2005).
Em 1996, com a reformulação dos PCNs, é ressaltada a importância da articulação da Educação Física entre o aprender a fazer, o saber por que se está fazendo e como relacionar-se nesse saber (Brasil., 1997). De forma geral, os PCNs trazem as diferentes dimensões dos conteúdos e propõe um relacionamento com grandes problemas da sociedade brasileira, sem no entanto, perder de vista o seu papel de integrar o cidadão na esfera da cultura corporal. Os PCNs buscam a contextualização dos conteúdos da Educação Física com a sociedade que estamos inseridos, devendo a Educação Física ser trabalhada de forma interdisciplinar, transdisciplinar e através de temas transversais, favorecendo o desenvolvimento da ética, cidadania e autonomia.
De forma geral, pode-se concluir que a Educação Física vem se desenvolvendo no Brasil à partir de importantes mudanças político-sociais e que atualmente é vista como um elemento essencial para a formação do cidadão Brasileiro.

www.portaleducacao.com.br.Acessado em 22/04/15 ás 11:00 h
http://www.efdeportes.com Acessado em 22/04/15 ás 20:33 h

  1. Língua Portuguesa: 02 perguntas
Leitura

A LEITURA É ESSENCIAL PARA O DESENVOLVIMENTO DO INDIVÍDUO COMO SUJEITO ATIVO NUMA SOCIEDADE.

A leitura é a atividade fundamental desenvolvida pela escola para a formação dos alunos como sujeito ativo em uma sociedade. É muito mais importante saber ler do que escrever, segundo Cagliari (19930). O melhor que a escola pode oferecer aos alunos deve estar voltado para a leitura. Se um aluno não se sair bem nas outras atividades mas for um bom leitor, pensamos que a escola cumpriu em parte sua tarefa. Se, porém, outro aluno tiver notas excelentes em tudo, mas não se tornar um bom leitor, sua formação será comprometida e ele terá menos chances, no futuro, do que aquele que, apesar das notas pouco expressivas na escola, se tornou um bom leitor.
A leitura é a extensão da escola na vida das pessoas. A maioria do que se deve aprender na vida terá de ser conseguido por meio da leitura fora da escola. A leitura é uma herança maior do que qualquer diploma. Corroborando com ORLANDI (1989), quando afirma que “a leitura é um processo dialético que se insere no processo histórico social, e faz parte do indivíduo.”
Ler exige do indivíduo esforço intelectual, tornando compreensíveis as leituras realizadas, decifrando o que o autor diz por trás das palavras escritas.
Lendo o indivíduo exercita a imaginação e a sensibilidade, para desenvolver sua linguagem. É preciso sistematicamente refinar essa prática, para tornar sua produção, na fala e na escrita, cada vez mais coerente, coesa e eficaz. É portanto necessário que o aluno conheça os tipos textuais e a diferença entre tipos e gêneros textuais e também a função de cada uma dessas organizações para entender o processo da escrita e o porquê de cada produção.
Temos na língua portuguesa basicamente cinco tipos textuais que circulam na esfera humana: narração, descrição, dissertação exposição e injunção. Porém tem-se uma infinidade de gêneros textuais dos quais nos utilizamos diariamente. Entre eles podemos citar os bilhetes e mensagens instantâneas (e-mail, post e torpedos) entre outros. Esses gêneros interferem nas nossas vidas de maneira positiva e, às vezes, de maneira negativa. Por isso é necessário que o indivíduo conheça o meio utilizado e saiba interpretar o que está lendo. Dessa forma não correrá o risco de ser lesado por alguém.
Além de saber interpretar é preciso também conhecer a estrutura de cada um desses gêneros e o tipo de linguagem adequada a cada situação. Não basta saber escrever é necessário saber estruturar o texto, organizar as ideias e fazer as adequações necessárias para que o interlocutor possa entender a mensagem repassada por seu emissor. Do contrário não haverá comunicação.
O autor ou escritor de um texto precisa saber fazer uso da linguagem corrente para que não cometa equívoco no ato da transmissão da mensagem. É preciso conhecer os níveis de linguagem e a função de cada texto, pois ás vezes o escritor deixa implícito uma informação importante que só será entendida por um leitor atento e bem informado.
Saber escrever pressupõe, antes de mais nada, saber ler e pensar.
O pensamento é expresso por palavras, que são registradas na escrita, que por sua vez é interpretada pela leitura. Como essas atividades estão intimamente relacionadas, podemos concluir que quem não pensa (ou pensa mal) não escreve (ou escreve mal).
A leitura não só nos aproxima dos mecanismos da língua escrita, mas também é fonte inesgotável de ideias que nos ajudarão na tarefa de escrever.
Ler, portanto, é fundamental para escrever. Mas como já dissemos, não basta ler; é preciso entender o que se lê. É necessário compreender o sentido da organização das frases num determinado texto para que se cumpra uma das finalidades da leitura: a compreensão das ideias, que se dará a partir do entendimento dos recursos utilizados pelo autor na elaboração do texto.

Num processo de comunicação é necessário que haja um emissor, um referente (mensagem ou código) e o destinatário. Sem esses elementos não poderá haver comunicação.

Texto produzido pela letrada Rita de Cássia Oliveira Martins

  1. Ensino da Arte: 02 perguntas

PAPEL DA ARTE

O artista multimídia e poeta questiona a todos sobre a função da arte. Para muitos pode parecer estranho o artista fazer esse tipo de indagação, pois é comum as pessoas acreditarem que os artistas sempre sabem o que é arte e qual sua função na sociedade. Contudo, além de os artistas em geral se questionarem constantemente sobre os significados e as dimensões da arte, ela tem mudado tanto nos últimos tempos que mesmo o artista pode fazer essa pergunta sem causar espanto. Fazer perguntas a si mesmo e aos outros é natural nos seres humanos, que buscam tentar compreender todas as coisas, o que inclui a arte.
O papel da arte não é o mesmo em cada época, lugar ou cultura. A maneira como nos relacionamos com a arte também está sempre em mudança. Encontrar respostas para esse tipo de questionamento pode parecer difícil, mas é possível perceber algumas pistas observando a própria arte.
Paulo Bruscky criou a obra O que é arte? Para que serve? Em 1978 para provocar uma reflexão sobre o tema. Ele escreveu essas duas perguntas em um cartaz de papelão e “vestiu” o material como um homem-sanduíche. O termo “homem-sanduíche” é usado para identificar pessoas que trabalham nas ruas das cidades carregando cartazes pendurados no corpo. O artista ficou exposto em uma vitrine de livraria e andou pela rua entre as pessoas, fazendo o que chamamos de uma performance.
A linguagem da performance requer fundamentalmente a realização de algo em que os artistas que estão se expressando possam utilizar diversos recursos e materiais. Como toda ação é efêmera, a única maneira de mostrar a obra em outros momentos e lugares, além de reapresentá-la outra vez, é fazer um registro do evento, que pode ser por meio de fotografias ou de gravação de imagem e áudio.
Na arte contemporânea, muitas linguagens inovam na forma de criar arte, como também na maneira de encontrar o público, como é o caso das intervenções urbanas.
Muito do que hoje chamamos de arte, na época em que foi criado não era considerado como tal. Vários artefatos tinham, entre outras funções, a religiosa ou ritualística. Um exemplo são as pinturas conhecidas como arte rupestre.
Assim como a imagem de arte rupestre, que especulamos ter sido criada por acreditarem ter a capacidade de fazer um ser morrer, no Egito antigo também havia a crença em obras com a finalidade de eternizar a vida. Os escultores criavam imagens de rostos em pedra calcária, entre outros materiais, para que as pessoas continuassem a viver além-túmulo. Segundo o historiador de arte Ernst Gombrich (1995) a expressão “escultor” em egípcio, podia significar “aquele que mantém vivo”. Talvez fosse esse o desejo da rainha Nefertiti ao solicitar a um escultor da época que eternizasse seus traços de mulher jovem, “eternamente bela e jovem”. Esse era, na crença egípcia, o poder dos escultores: manter vivas a alma e a imagem da pessoa retratada por meio da arte.
Na cultura está sempre em movimento e, no fluxo da história, as concepções de beleza e de sentido da arte foram se transformando, como veremos a seguir.
No período do Neoclassicismo, os artistas se preocupavam em escolher “grandes” temas para criar obras que exaltavam o heroísmo e os valores morais, a exemplo do francês Jacques Loius David (1748-1825), que escolheu apresentar em suas obras temas como O juramento dos Horácios (1874), em que três irmãos juram lutar pela República romana.
No Romantismo, o francês Eugène Delacroix (1798-1863) tratou do tema da Revolução francesa em A Liberdade guiando o povo (1830), em que já são perceptíveis os ventos da mudança estética em relação às concepções de arte e beleza que viriam a seguir. Nessa corrente estilística, o sentimento é mais importante que as normas clássicas para criar imagens na arte.
No Realismo, a pintura propõe representar a vida o mais próximo possível da sua exatidão. Artistas como o também francês Gustave Coubert (1819-1977) retratam pessoas em seu cotidiano e também a situação social da época. Diante de mudanças na sociedade e na arte, o que um artista sente e pensa? Ao ver a expressão de Coubert em Autoretrato (c. 1844-1845), podemos imaginar que esse momento foi de grande questionamento para o artista.
Nos objetos ao nosso redor também há pensamento estético e artístico. A palavra arte, de origem latina, está ligada à língua grega no termo tékne, que nasce da ideia de que o ser humano sempre fez coisas, desde sua origem. Entretanto, arte não é simplesmente uma técnica para “fazer coisas”. Para que algo seja arte é necessário um sentido ou uma intenção. Não há uma função cotidiana na arte, como encontramos em outros objetos, mas sim uma função poética, estética e artística. Afinal o que é arte?

Texto produzido pela letrada Rita de Cássia Oliveira Martins


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Problemas com as quatro operações

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